quinta-feira, 16 de agosto de 2012

PAPA JOÃO XXIII
O povo viu nele um reflexo da bondade de Deus e chamou-o "o Papa da bondade". Sustentava-o um profundo espírito de oração, e a sua pessoa, iniciadora duma grande renovação na Igreja, irradiava a paz própria de quem confia sempre no Senhor.


O povo viu nele um reflexo da bondade de Deus e chamou-o
"O  Papa da bondade"

Nasceu no dia 25 de Novembro de 1881 em Sotto il Monte, diocese e província de Bérgamo (Itália), e nesse mesmo dia foi baptizado com o nome de Angelo Giuseppe; foi o quarto de treze irmãos, nascidos numa família de camponeses e de tipo patriarcal. Ao seu tio Xavier, ele mesmo atribuirá a sua primeira e fundamental formação religiosa. O clima religioso da família e a fervorosa vida paroquial foram a primeira escola de vida cristã, que marcou a sua fisionomia espiritual.
Ingressou no Seminário de Bérgamo, onde estudou até ao segundo ano de teologia. Ali começou a redigir os seus escritos espirituais, que depois foram recolhidos no "Diário da alma". No dia 1 de Março de 1896, o seu director espiritual admitiu-o na ordem franciscana secular, cuja regra professou a 23 de Maio de 1897.
De 1901 a 1905 foi aluno do Pontifício Seminário Romano, graças a uma bolsa de estudos da diocese de Bérgamo. Neste tempo prestou, além disso, um ano de serviço militar. Recebeu a Ordenação sacerdotal a 10 de Agosto de 1904, em Roma, e no ano seguinte foi nomeado secretário do novo Bispo de Bérgamo, D. Giacomo Maria R. Tedeschi, acompanhando-o nas várias visitas pastorais e colaborando em múltiplas iniciativas apostólicas: sínodo, redacção do boletim diocesano, peregrinações, obras sociais. Às vezes era também professor de história eclesiástica, patrologia e apologética. Foi também Assistente da Acção Católica Feminina, colaborador no diário católico de Bérgamo e pregador muito solicitado, pela sua eloquência elegante, profunda e eficaz.
Naqueles anos aprofundou-se no estudo de três grandes pastores: São Carlos Borromeu (de quem publicou as Actas das visitas realizadas na diocese de Bérgamo em 1575), São Francisco de Sales e o então Beato Gregório Barbarigo. Após a morte de D. Giacomo Tedeschi, em 1914, o Pade Roncalli prosseguiu o seu ministério sacerdotal dedicado ao magistério no Seminário e ao apostolado, sobretudo entre os membros das associações católicas.
Em 1915, quando a Itália entrou em guerra, foi chamado como sargento sanitário e nomeado capelão militar dos soldados feridos que regressavam da linha de combate. No fim da guerra abriu a "Casa do estudante" e trabalhou na pastoral dos jovens estudantes. Em 1919 foi nomeado director espiritual do Seminário.
Em 1921 teve início a segunda parte da sua vida, dedicada ao serviço da Santa Igreja. Tendo sido chamado a Roma por Bento XV como presidente nacional do Conselho das Obras Pontifícias para a Propagação da Fé, percorreu muitas dioceses da Itália organizando círculos missionários.
Em 1925, Pio XI nomeou-o Visitador Apostólico para a Bulgária e elevou-o à dignidade episcopal da Sede titular de Areopolis.
Tendo recebido a Ordenação episcopal a 19 de Março de 1925, em Roma, iniciou o seu ministério na Bulgária, onde permaneceu até 1935. Visitou as comunidades católicas e cultivou relações respeitosas com as demais comunidades cristãs. Actuou com grande solicitude e caridade, aliviando os sofrimentos causados pelo terremoto de 1928. Suportou em silêncio as incompreensões e dificuldades de um ministério marcado pela táctica pastoral de pequenos passos. Consolidou a sua confiança em Jesus crucificado e a sua entrega a Ele.
Em 1935 foi nomeado Delegado Apostólico na Turquia e Grécia: era um vasto campo de trabalho. A Igreja tinha uma presença activa em muitos âmbitos da jovem república, que se estava a renovar e a organizar. Mons. Roncalli trabalhou com intensidade ao serviço dos católicos e destacou-se pela sua maneira de dialogar e pelo trato respeitoso com os ortodoxos e os muçulmanos. Quando irrompeu a segunda guerra mundial ele encontrava-se na Grécia, que ficou devastada pelos combates. Procurou dar notícias sobre os prisioneiros de guerra e salvou muitos judeus com a "permissão de trânsito" fornecida pela Delegação Apostólica. Em 1944 Pio XII nomeou-o Núncio Apostólico em Paris.
Durante os últimos meses do conflito mundial, e uma vez restabelecida a paz, ajudou os prisioneiros de guerra e trabalhou pela normalização da vida eclesial na França. Visitou os grandes santuários franceses e participou nas festas populares e nas manifestações religiosas mais significativas. Foi um observador atento, prudente e repleto de confiança nas novas iniciativas pastorais do episcopado e do clero na França. Distinguiu-se sempre pela busca da simplicidade evangélica, inclusive nos assuntos diplomáticos mais complexos. Procurou agir sempre como sacerdote em todas as situações, animado por uma piedade sincera, que se transformava todos os dias em prolongado tempo a orar e a meditar.
Em 1953 foi criado Cardeal e enviado a Veneza como Patriarca, realizando ali um pastoreio sábio e empreendedor e dedicando-se totalmente ao cuidado das almas, seguindo o exemplo dos seus santos predecessores: São Lourenço Giustiniani, primeiro Patriarca de Veneza, e São Pio X.
Depois da morte de Pio XII, foi eleito Sumo Pontífice a 28 de Outubro de 1958 e assumiu o nome de João XXIII. O seu pontificado, que durou menos de cinco anos, apresentou-o ao mundo como uma autêntica imagem de bom Pastor. Manso e atento, empreendedor e corajoso, simples e cordial, praticou cristãmente as obras de misericórdia corporais e espirituais, visitando os encarcerados e os doentes, recebendo homens de todas as nações e crenças e cultivando um extraordinário sentimento de paternidade para com todos. O seu magistério foi muito apreciado, sobretudo com as Encíclicas "Pacem in terris" e "Mater et magistra".
Convocou o Sínodo romano, instituiu uma Comissão para a revisão do Código de Direito Canónico e convocou o Concílio Ecuménico Vaticano II. Visitou muitas paróquias da Diocese de Roma, sobretudo as dos bairros mais novos. O povo viu nele um reflexo da bondade de Deus e chamou-o "o Papa da bondade". Sustentava-o um profundo espírito de oração, e a sua pessoa, iniciadora duma grande renovação na Igreja, irradiava a paz própria de quem confia sempre no Senhor. Faleceu na tarde do dia 3 de Junho de 1963

CONFIRA AQUI NA INTEGRA O FILME: JOÃO XXIII






quarta-feira, 1 de agosto de 2012


OS PECADOS CONTRA O ESPÍRITO SANTO


Catecismo Maior de São Pio X.

 Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste século nem no século vindouro. (Mt. 12,32)

Quanto pior castigo julgais que merece quem calcar aos pés o Filho de Deus, profanar o sangue da aliança, em que foi santificado, e ultrajar o Espírito Santo, autor da graça! (Hb. 10,29)
O pontificado do Papa São Pio X de 1903 a 1914 - em seu Catecismo Maior, ensinou que são seis os pecados contra o Espírito Santo:
O pecado contra o Espírito Santo consiste na rejeição da graça de Deus; é a recusa da salvação. Implica numa rejeição completa à ação, ao convite e à advertência do Espírito Santo.

1º - Desesperar da salvação: quando a pessoa perde as esperanças na salvação, achando que sua vida já está perdida e que ela se encontra condenada antes mesmo do Juízo. Julga que a misericórdia divina é pequena. Não crê no poder e na justiça de Deus.

 2º - Presunção de salvação, ou seja, a pessoa cultiva em sua alma uma idéia de perfeição que implica num sentimento de orgulho. Ela se considera salva, pelo que já fez. Somente Deus sabe se aquilo que fizemos merece o prêmio da salvação ou não. A nossa salvação pode ser perdida, até o último momento da nossa vida, e Deus é o nosso Juiz Eterno. Devemos crer na misericórdia divina, mas não podemos usurpar o atributo divino inalienável do Juízo.

O simples fato de já se considerar eleito é uma atitude que indica a debilidade da virtude da humildade diante de Deus. Devemos ter a convicção moral de que estamos certos em nossas ações, mas não podemos dizer que aos olhos de Deus já estamos definitivamente salvos.

Os calvinistas, por exemplo, afirmam a eleição definitiva do fiel, por decreto eterno e imutável de Deus.

A Igreja Católica ensina que, normalmente, os homens nada sabem sobre o seu destino, exceto se houver uma revelação privada, aceita pelo sagrado magistério. Por essa razão, os homens não podem se considerar salvos antes do Juízo.

 3º - Negar a verdade conhecida como tal pelo magistério da Santa Igreja, ou seja , quando a pessoa não aceita as verdades de fé (dogmas de fé), mesmo após exaustiva explicação doutrinária. É o caso dos hereges.
Considera o seu entendimento pessoal superior ao da Igreja e ao ensinamento do Espírito Santo que auxilia o sagrado magistério.

4º - Inveja da graça que Deus dá aos outros. A inveja é um sentimento que consiste em irritar-se porque o outro conseguiu algo de bom. Mesmo que você possua aquilo ou possa ganhar um dia. É o ato de não querer o bem do semelhante. Se eu invejo a graça que Deus dá a alguém, estou dizendo que aquela pessoa não merece tal graça, me tornando assim o juiz do mundo. Estou me voltando contra a vontade divina imposta no governo do mundo. Estou me voltando contra a Lei do Amor ao próximo. Não devemos invejar um bem conquistado por alguém. Se este bem é fruto de trabalho honrado e perseverante, é vontade de Deus que a pessoa desfrute daquela graça.
 
5º - A obstinação no pecado é a vontade firme de permanecer no erro mesmo após a ação de convencimento do Espírito Santo. É não aceitar a ética cristã. Você cria o seu critério de julgamento ético. Ou simplesmente não adota ética nenhuma e assim se aparta da vontade de Deus e rejeita a Salvação.

6º - A Impenitência final é o resultado de toda uma vida de rejeição a Deus: o indivíduo persiste no erro até o final, recusando arrepender-se e penitenciar-se, recusa a salvação até o fim. Consagra-se ao Adversário de Cristo. Nem mesmo na hora da morte tenta se aproximar do Pai, manifestando humildade e compaixão. Não se abre ao convite do Espírito Santo definitivamente.



quarta-feira, 25 de julho de 2012

São Gaspar del Bufalo
"Apóstolo do Preciosíssimo Sangue" 
Fundador da
Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue - CPPS

Nasceu em Roma aos 06 de Janeiro de 1786. Na sua alocução por ocasião da Canonização deste santo, Pio XII declarou: “Na gloriosa falange dos Santos, que a terra romana deu à Igreja, Gaspar Del Bufalo resplandeceu com especial fulgor. Desde seus mais tenros anos, a proteção de São Francisco Xavier para ter obtido para ele, da Parte de Deus, uma extraordinária profusão de dons sobrenaturais.       
Ainda estudante, entregava-se com assiduidade às obras de caridade e assistência, especialmente ao ensino da doutrina cristã, às crianças e aos pobres. Seguindo os passos de São João Batista de Rossi, fez voltar ao seu vigor primitivo a piedosa obra de São Galla e fundou, pouco depois, o Oratório de Santa Maria in Vincis. Mas seu apostolado em Roma foi interrompido pela invasão das tropas napoleônicas: tendo recusado prestar juramento de fidelidade a um poder hostil aos direitos da igreja, sofreu o exílio e a prisão. Finalmente posto em liberdade, e para maior alegria de quantos o conheciam e o veneravam ainda mais, à sua volta para a sua querida Roma, recebeu do Soberano Pontífice Pio VII o encargo de se consagrar às santas missões, destinadas a renovar o fervor dos fiéis em seus Estados, depois de tantas desordens e destruições causadas pelas perturbações públicas. Retomou então a idéia da instituição de uma congregação de missionários, sob o título de Preciosíssimo Sangue de Jesus, de quem era fidelíssimo propagador e devoto. Apesar de toda a espécie de oposições e obstáculos, inaugurou em 15 de agosto de 1815, a primeira casa da obra, que ele mesmo confiou, com fervor, à proteção da Santíssima Virgem. Assim começou para ele uma vida de incessantes trabalhos; percorreu quase todas as regiões da Itália central, levando por toda a parte, com o exemplo de sua piedade, de sua humildade e de sua caridade, a reconciliação e a paz, o alívio das misérias corporais e sobretudo espirituais. 
 Ditou sábias regras ao Instituto. Com a habitual exclamação: “Ó Paraíso, ó Paraíso!” , subtraía-lhe a toda oferta de dignidades eclesiásticas, desejando permanecer até a morte naquela sua “tribuna”, isto é, no domínio das pregações sagradas, certo como estava de receber assim mais facilmente, e sem atraso, a recompensa eterna. “Martelo dos Sectários”, assim foi chamado, porque combateu com a palavra falada e escrita os inimigos da Igreja, obtendo muitas conversões dos afiliados da sociedade secreta, a maçonaria. Além disso, foi escolhido pelo Papa para fazer desaparecer o banditismo no Lácio.
A sua corajosa atividade pelo saneamento moral e religioso, teve inesperados resultados. Deus se dignou de selar o múltiplo apostolado do seu servo, com sinais extraordinários, de caráter sobrenatural, se bem que lhe reservou uma morte em meio de fadigas e sofrimentos. Foi assim que deixou para seus filhos, um modelo admirável de zelo heróico, imolando-se generosamente para o maior bem das almas.
Faleceu em Roma, em 28 de dezembro de 1837. Foi beatificado pelo Papa Pio X em 8 de dezembro de 1904 e, canonizado por Pio XII em 12 de junho de 1954.
O mês de julho foi estabelecido pela Igreja como o mês dedicado ao Preciosíssimo Sangue de Jesus. A piedade cristã sempre manifestou, através dos séculos, especial devoção ao Sangue de Cristo derramado para a remissão dos pecados de todo o gênero humano, por ocasião da Paixão e Morte de Jesus e atravessando a história até hoje com Sua presença real no Sacramento da Eucaristia.
Desde tempos muito remotos, a devoção ao Preciosíssimo Sangue de Jesus sempre esteve presente e floresceu cada vez mais em meio ao clero e aos fiéis, através de solenidades, preces públicas e Ladainha própria, com o fim de pedir a Deus perdão dos pecados, afastar os fiéis dos justos castigos, implorar as bênçãos do céu sobre os frutos da terra, e prover nossas necessidades espirituais e temporais.
No século passado, foi São Gaspar de Búfalo admirável propagador desta insigne devoção, tendo o merecimento da aprovação da Santa Sé e por isto até hoje é conhecido como o "Apóstolo do Preciosíssimo Sangue". Foi por ordem do Papa Bento XIV que foram compostos a missa e o ofício em honra ao Sangue de Jesus para finalmente ser estendida à Igreja Universal por decreto do Papa Pio IX.
O Papa João XXIII, cuja família desde a sua infância foi fiel devota ao Preciosíssimo Sangue, também perpetrou esta santa devoção, tendo logo no início de seu pontificado escrito a Carta Apostólica Inde a Primis, a fim de promover o seu culto, conforme fez menção o Papa João Paulo II em sua Carta Apostólica Angelus Domini, onde frisa o convite de João XXIII sobre o valor infinito daquele sangue, do qual "uma só gota pode salvar o mundo inteiro de qualquer culpa" .
Sejamos, portanto, também devotos propagadores desta extraordinária e salutar prática da piedade cristã.
Papa Bento XVI na Praça São Pedro explicando a devoção ao Preciosíssimo Sangue de Jesus
“Quem poderá resistir se Jesus derramando está,
Seu Sangue precioso aqui neste lugar!”

Queridos irmãos e irmãs,
No passado o primeiro domingo de julho se caracterizava pela devoção ao Preciosíssimo Sangue de Cristo. Alguns de meus venerados predecessores no século passado o confirmaram, e o beato João XXIII com a Carta Apostólica Inde a primis (30 de junho de 1960), explicou seu significado e aprovou suas Ladainhas. O tema do sangue, unido ao do Cordeiro pascal, é de primordial importância na Sagrada Escritura. A aspersão com o sangue dos animais sacrificados representava e estabelecia, no Antigo Testamento, a aliança entre Deus e o povo, como se lê no livro do Êxodo: “Então Moisés pegou o sangue e o espalhou sobre o povo, dizendo: ‘Este é o sangue da aliança que Javé faz com vocês através de todas essas cláusulas”. (Ex 24, 8).
A esta fórmula Jesus se refere explicitamente na Última Ceia quando, oferecendo o cálice aos discípulos, diz: “este é meu sangue da Aliança, que é derramado por muitos para o perdão dos pecados” (Mt 26, 28). E efetivamente, a partir da flagelação, até ter o lado transpassado após a morte na cruz, Cristo derramou todo seu sangue, como verdadeiro Cordeiro imolado para a redenção universal. O valor salvífico de seu sangue se afirma expressamente em muitas passagens do Novo Testamento. Basta citar, neste Ano Sacerdotal, a bela expressão da Carta aos Hebreus: “Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo), sem levar consigo o sangue de carneiros ou novilhos, mas com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna. Pois se o sangue de carneiros e de touros e a cinza de uma vaca, com que se aspergem os impuros, santificam e purificam pelo menos os corpos, quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu como vítima sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência das obras mor tas para o serviço do Deus vivo?” (Hb 9, 11-14).
Queridos irmãos, está escrito no Gênesis que o sangue de Abel, morto pelo irmão Cain, grita da terra para Deus (cf. 4, 10). E infelizmente, hoje como ontem, este grito não cessa, porque o derramamento de sangue humano continua por causa da violência, da injustiça e do ódio. Quando os homens aprenderão que a vida é sagrada e pertence somente a Deus? Quando compreenderão que somos todos irmãos? Ao grito pelo sangue derramado, que se eleva de tantos lugares da terra, Deus responde com o sangue de seu Filho, que entregou sua vida por nós. Cristo não respondeu ao mal com o mal, mas com o bem, com seu amor infinito. O sangue de Cristo é a prenda do amor fiel de Deus pela humanidade. Olhando as chagas do Crucificado, todo homem, ainda em condições de estrema miséria moral, pode dizer: Deus não me abandonou, me ama, deu a vida por mim; e assim voltar a encontrar a esperança. A Virgem Maria, sob a cruz, junto com o apóstolo João, recolheu o testamento do sangue de Jesus, nos ajude a redescobrir a inestimável riqueza desta graça, a sentir para com ela íntima e perene gratidão.

CIDADE DO VATICANO, domingo, 5 de julho de 2009 (ZENIT.org). – O Papa Bento XVI na Praça São Pedro explicando a devoção ao Preciosíssimo Sangue de Jesus.

Fonte: www.zenit.org (agência de notícias católica).

sexta-feira, 13 de julho de 2012


AMIGOS DO SEMINÁRIO 
Seja você também um!!!!!!!

A vocação sacerdotal é um dom de Deus para servir a seu povo. Por isso, a Igreja, como Povo de Deus é a primeira responsável em cuidar, proteger e amar aqueles que Deus envia como operários da messe. Os "Amigos do Seminário" são aqueles que receberam a graça e a missão de rezar pelas vocações, como nos manda o próprio Senhor (cf. Mt. 9, 37-38); além disso, participam materialmente da manutenção e formação dos seminaristas.
Testemunho da Eliana Ribeiro

Quando Jesus está conosco no barco da nossa vida, por maior que sejam os sofrimentos, perdas ou angústias que passamos o Senhor nunca nos desampara!!!!!!!!!!!!!!


No acampamento fortes na tribulação Eliana Ribeiro, membro da Comunidade Canção Nova, testemunha que quando Jesus está conosco no barco da nossa vida, por maior que sejam os sofrimentos, perdas ou angústias que passamos o Senhor nunca nos desampara.

Fonte: Publicado em 25/06/2012 por
Show Poderoso Deus
Tony Allysson
Esse show vai te ajudar a rezar e ter ainda mais intimidade com nosso Deus

Mais de 200 mártires espanhóis do século XX serão beatificados no ano da Fé

Mais de 200 mártires do século XX, que podem, inclusive, chegar a 300, serão beatificados em uma cerimônia conjunta em outubro de 2013, por ocasião da conclusão do Ano da Fé, segundo pronunciamento do porta-voz e secretário geral da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), Dom. Juan Antonio Martínez Camino. (Fonte: 05 de julho de 2012, Gaudium Press)
Esses mártires do século XX, na Espanha, são "um testemunho muito valioso para uma profissão de Fé íntegra e valorosa", dentro do Ano da Fé. Eles foram barbaramente martirizados na perseguição à Igreja em 1936/9 em toda a Espanha por um regime político anticatólico. Muitos deles já foram beatificados antes pelo Papa beato João Paulo II.
Segundo os testemunhos da época, os informes forenses e as descrições de testemunhos presenciais, a maioria dos mártires morreu por disparos de bala ou apunhaladas e, em muitos casos, foram torturados antes de sua morte.
Os expedientes da época provam que um dos assassinados foi enterrado vivo, a outros arrancaram os olhos, cortaram as orelhas ou arrastaram pela cidade, como aconteceu com o pároco de Carmen, Sotero González Lerma, a quem também penduraram na entrada do templo e queimaram.
Algo semelhante aconteceu no México, na mesma época (1926). Uma horrível perseguição sem precedentes, contra a Igreja e os católicos, fez centenas de vítimas. Esta terrível guerra na Espanha aconteceu como um reflexo da revolução comunista na Rússia em 1917, que se desenrolava na Rússia com Lênin, Stalin, etc. Em 1931 houve eleições no país e os republicanos, de linha comunista (marxistas, ateus), além dos anarquistas revolucionários, obtiveram a maioria nos Conselhos das grandes cidades, embora tivessem perdido em todo o país, e o rei Afonso XIII renunciou ao trono. Os republicanos odiavam a Deus e a Igreja, nos moldes comunistas. Foi então proclamada a Republica e extinta a monarquia.
Logo começou a perseguição contra a Igreja e os católicos. Em 1931 a Espanha tinha cerca de 30.000 sacerdotes diocesanos, 40.000 religiosos (6000 sacerdotes entre eles). e cerca de 40.000 religiosas e monjas. No mesmo ano, por incitação do governo comunista, dezenas de igrejas e conventos foram saqueados e incendiados. ("Historia Total de España", Ricardo de la Cierva, Editorial Fênix, Madrid, 2001; pág. 854).
A perseguição religiosa continou: nos quatro meses que precederam a guerra civil houve 160 igrejas incendiadas. Entre os milhares de civis mortos pelos comunsitas, anarquistas e socialistas, estão pelo menos 6 mil padres, freiras e monges, além de 12 bispos, muitos foram queimados vivos e outros foram enterrados ainda com vida. O ministro da guerra, Manuel Azaña, em um de seus muitos discursos, disse que preferia ver todas as igrejas de Espanha incendiadas a ver uma só cabeça republicana ferida. (cf. www.wikipedia.org)
O governo comunista elaborou uma nova Constituição, que negava os direitos da Igreja e estabeleceu a reforma; crescia o ódio contra a Igreja. Hugh Thomas, em "A Guerra Civil Espanhola" (Ed. Civilização Brasileira, 2vol. 1964), disse que nunca se viu na Europa e no mundo um ódio tão apaixonado contra a religião. Mais de cem sacerdotes da diocese de Barbastro foram fuzilados. Os mártires eram torturados terrivelmente antes de serem mortos. Uns eram espancados, outros tinham os olhos vazados, sofriam queimaduras, choques elétricos, as monjas sofriam abusos sexuais, etc. Fruto do ódio marxista contra a religião. Os horrores foram piores que os dos tempos bárbaros.
Tornou-se muito conhecido o caso do Irmão Fernando Saperas, que depois de muita tortura, foi fuzilado, morrendo com essas palavras nos lábios: "Viva Cristo Rei!"
As imagens de Nossa Senhora e do Sagrado Coração de Jesus foram profanadas em público, chutadas e quebradas, e muitas igrejas e sacrários foram profanados. Todo o ódio marxista contra Deus e a Igreja foi derramado na Espanha.
Teve fim a guerra com a consequência da morte de mais de 400 mil espanhóis e uma queda enorme na economia, como a morte de mais da metade do gado, a queima de campos e milhões de moradias destruidas. Um abalo financeiro e queda do PIB que demorou quase 30 anos para se normalizar. Outras fontes ressaltam a dificuldade em quantificar o número de mortos por causa da guerra originada pelo chamado "Movimiento Nacional".
Tudo isto aconteceu há apenas 80 anos, mas infelizmente muitos não tomaram conhecimento desta barbaridade cometida contra os cristãos da Espanha e México. Por isso a maioria da juventude não sabe o perigo da ideologia marxista, especialmente porque nas universidades ainda se cultiva com afã o sonho do paraiso socialista a ser implantado na terra. Não dá para falar da fé católica sem citar os mártires, pois, como disse Tertuliano (?220) ao imperador romano Marco Aurélio: "O sangue dos mártires é semente de novos cristãos".
Professor Felipe Aquino

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Mãe brasileira adia tratamento de câncer e salva seu bebê do aborto

Simone Calixto

Simone Calixto uma mãe brasileira que se recusou a submeter-se a um aborto, como sugeriram os médicos em Ontario (Canadá) após o diagnóstico de câncer de mama que recebeu quase ao mesmo tempo que soube que estava grávida. Depois de optar pela vida de sua pequena viajou ao Brasil onde completou seu tratamento e teve seu bebê.
Os médicos canadenses indicaram a Simone, uma médica de 39 anos, que abortasse, pois sua gestação incrementava o tamanho do tumor em seu peito devido aos hormônios.
Eles me disseram que a gravidez estava alimentando o tumor com hormônios, que dificilmente o bebê sobreviveria e que o mais seguro era interromper a gestação para poder fazer o tratamento correto, disse Simone em entrevista ao Jornla O Estado de São Paulo.
Tal como recorda Simone, os médicos do melhor hospital de Ontario, a cidade em que residia, disseram-lhe que sem este passo (o aborto) não poderiam oferecer-lhe o tratamento. Se naquele centro de referência eles tinham essa conduta, percebi que em nenhum outro hospital seria diferente, lamentou a mãe brasileira na sua entrevista ao “Estadão”.
Pressionada pela urgência de uma decisão para o procedimento, Simone afirmou que sentiu que ia morrer: Senti que ia morrer, minha alma agonizava, disse ao jornal paulistano.
Diante da situação, Simone Calixto decidiu usar o sonar, um aparelho que permite escutar os batimentos do coração do bebê no útero. Coloquei o sonar na barriga e em dez segundos comecei a ouvir o coraçãozinho. Senti que ele estava bem vivo, afirmou.
Além disso, Simone recordou ter visto um programa de televisão brasileiro, no qual apresentaram um caso similar ao seu no qual o bebê nasceu são. Logo contatou o doutor Waldemir Rezende o especialista citado na notícia e viajou ao Brasil.
Em seu país natal, Calixto chegou às 36 semanas de gravidez e deu à luz através de uma cesárea. O súbito crescimento do tumor em seu peito, apesar da quimioterapia realizada, a obrigou a adiantar o parto.
A pequena Melissa nasceu sã, com apenas uma leve dificuldade respiratória. Posteriormente extirparam o tumor no seio de Simone.
Simone agora deve enfrentar uma bateria de exames que não puderam ser feitos durante a gravidez, como tomografias e mais sessões de químio.
O mais difícil já passou. A Melissa é um milagre, uma promessa que se cumpriu, afirmou Simone em sua entrevista.

"O mais difícil já passou. A Melissa é um milagre, uma promessa que se cumpriu" (Simone Calixto)
São Paulo, 10 Jul. 12 / 02:05 pm (ACI/EWTN Noticias).-

É possível se masturbar para fazer doação de esperma?
Padre Paulo Ricardo explica com um "triplo não" o motivo pelo qual um católico não pode fazer doação de esperma.


"Deus me resgatou da prostituição"
Testemunha do cantor Tony Allysson 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

História dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude


História da Cruz da JMJ


A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro, durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, em nome de toda a juventude foram os jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço, em Roma. Estas foram as palavras do Papa naquela ocasião: “Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção”, disse o beato

Os jovens acolheram o desejo do Santo Padre. Levaram a cruz ao Centro São Lourenço, que se converteria em sua morada habitual durante os períodos em que ela não estivesse peregrinando. Desde 1984, a Cruz da tem percorrido o mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e Austrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude. Em 1994 a Cruz começou um compromisso que, desde então, se tornou uma tradição: sua jornada anual pelas dioceses do país sede de cada JMJ, como um meio de preparação espiritual para o grande evento. A Cruz desde então tem sido chamada por muitos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina. Mas um dos mais bonitos nomes é, com certeza, a “Cruz dos Jovens”, porque ela foi entregue pelo papa João Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo.

O Ícone de Nossa Senhora


Em 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a Cruz da JMJ: o Ícone de Nossa Senhora. “Salus Populi Romani” é uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus no ocidente, a Santa Maria Maior.“Hoje eu confio a vocês o Ícone de Maria. De agora em diante ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a Cruz. Contemplem a sua Mãe! Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados, como o Apóstolo João, a acolhe-la em suas vidas” , afirmou o João de Deus.

Papa Bento XVI


O Papa Bento XVI, continuando o legado de seu predecessor, enfatizou na cerimônia de entrega da Cruz e do Ícone de um grupo de jovens alemães para uma delegação de jovens australianos, no Domingo de Ramos de 2006, porque o Ícone de Maria pertence à peregrinação da Cruz da JMJ“Nossa Senhora esteve presente no cenáculo com os Apóstolos quando eles estavam esperando por Pentecostes. Que ela seja vossa mãe e guia. Que ela vos ensine a receber a palavra de Deus, a valorizá-la e meditá-la em seu coração como ela fez com sua vida. Que ela possa encorajar-vos a dizer o vosso ‘sim’ ao Senhor e a viver ‘a obediência da fé’. Que ela possa ajudar-vos a permanecerem fortes na fé, constantes na esperança, perseverantes na caridade, sempre atentos à palavra de Deus”.

Ao observarmos Maria no Ícone, carregando seu Filho, ela nos ensina como levá-lo para o mundo. Milhões de jovens nos últimos 20 anos participaram das Jornadas Mundiais da Juventude ecentenas de milhares mais participaram da graça do evento pelo seu encontro com a Cruz e o Ícone da JMJ. Esses símbolos são apresentados ao mundo de forma mais contundente pelos jovens que os levam não por alguns momentos ou horas, mas pelo exemplo de suas vidas cristãs diariamente. Você é convidado a fazer o mesmo! Sejamos firmes na fé!

Fonte: www.vatican.va e www.wyd2008.org
"Jornada Interparoquial da Juventude"

De 23 a 28 de Julho a nossa amada Terra de Santa Cruz receberá a visita de sua Santidade o Papa Bento XVI; que escolheu o Brasil para encontrar-se com a juventude católica do mundo inteiro por ocasião da 27ª edição da JMJ (Jornada Mundial da Juventude) que tem como tema ide e fazei discípulos entre todas as nações Mt 28,19.
A Igreja presente no Brasil encontra-se na espectativa da chegada do Papa, para isso realiza uma série de atividades com a finalidade de conduzir os nossos jovens a entrarem no clima da JMJ. Em nossa diocese esta preparação acontece da seguinte maneira: primeiro realiza-se as jornadas paroquiais, em seguida a jornada regional e por fim a jornada diocesana da juventude. 
Na região do novo Osasco o trabalho já iniciou-se, no domingo dia 08 de julho de 2012, realizou-se a 1ª Jornada interparoquial da juventude, envolvendo a juventude de três paróquias, no evento estavam presentes a juventuda das Paróquias Santa Maria Mãe de Deus, São João Batista e Nossa Senhora das Graças.
Neste dia cerca de quase 200 jovens dançaram, cantaram, rezaram, louvaram a Deus e receberam uma catequese que foi ministrada por Padre Flavio dos Anjos pároco da paróquia Nossa Senhoa das Graças, que refletiu com os jovens que para se fazer díscipulos é preciso se ter o evangelho em nossa vida.

Outro momento forte foi a manifestação de Fé que nossa juventude realizou ao sair pelas ruas de nossos bairros carregando a Cruz assumindo esta missão que a Igreja no direciona  ir fazer discípulos para o Senhor, foi lindo ver a juventude cantando, rezando e anunciando o Cristo vivo e vivido nos dias de nossa juventude.

A jornada tem seu momento ápice quando a juventude chega a Comunidade Santa Maria Mãe de Deus, onde celebram a Eucaristia coroando nosso dia recebendo a palavra de Deus e comungando do Corpo e do Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A jornada tem seu encerramneto com um grande show realizado pela a banda Nova Face, e finalizado com a presença eucarística de Jesus que vem a nós nos abençoar para sairmos e cumprir nossa missão que ir e fazer díscipulos entre todas as nações.
O que resume esta jornada é muito bem expresso através das palavras do Padre Maurício pároco da paróquia São João Batista, "Desde o primeiro momento, elevamos o nosso coração a Deus, para discernirmos à sua vontade para essa Jornada. E ali entendemos que Deus queria um encontro de fé, de esperança e de reconstrução do amor. Deus veio com a sua graça, nos reanimando em nossa caminhada e nos fazendo crer, o quanto é fundamental a evangelização da Juventude. "Essa é a juventude da Igreja, essa é a juventude de Cristo". Que Deus abençoe a todos por esse serviço de amor".

Click aqui e confira as fotos da jornada.https://www.facebook.com/profile.php?id=100002678925938#!/media/set/?set=a.468183443192704.111627.100000031567237&type=1

Seminarista Robson Lopes
Osasco, 12 Julho de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

Confira o lindo Show de Davidson Silva no Acampamento do Sagrado Coração de Jesus


Momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento na primeira Jornada Interparoquial da Juventude Paróquias Santa Maria, São João Batista, Nossa Senhora das Graças.

 


Carta aos Jovens - João Paulo II

Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças socias.
Precisamos de Santos que vivam no mundo se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem discman.
Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo mas que não sejam mundanos".

Texto atribuído ao Papa João Paulo II

Oração Oficial da Jornada Mundial da Juventude


Lançamento oficial marca 1 ano para o início da JMJ Rio 2013

RIO DE JANEIRO, segunda-feira, 09 de julho de 2012(ZENIT.org)- Iniciando os eventos para a contagem regressiva para um da JMJ Rio2013 será lançada, no dia 13 de julho, a Oração Oficial da Jornada, durante a “Vigília dos Jovens Adoradores”. A Vigília, organizada pelo Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 e pelo Setor Juventude da Arquidiocese do Rio de Janeiro, acontece todas as segundas sextas-feiras de cada mês e tem como objetivos preparar espiritualmente a juventude do Rio, rezar pelos preparativos da JMJ Rio2013, pelos jovens do mundo inteiro e pelo Santo Padre.
Neste mês ela começará no Largo da Carioca, às 17h30, com a apresentação de três shows: Padre Omar e as bandas Aliança de Misericórdia e Dominus.
Às 22 horas será celebrada a Santa Missa presidida pelo presidente do COL e arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Logo após haverá o lançamento da Oração Oficial da JMJ Rio2013. Às 23h30 será iniciada uma procissão com o Santíssimo Sacramento até a Igreja de Sant’Ana, Santuário de Adoração Perpétua do Rio de Janeiro, onde os jovens ficarão até às 6h.
Os jovens do mundo todo podem acompanhar a Vigília que é transmitida ao vivo pela WEBTV Redentor (TV web da Arquidiocese do Rio de Janeiro).

Fonte: Permalink: http://www.zenit.org/article-30775?l=portuguese


Sua Eminência Reverendissíma Dom Eugênio de Araújo Cardeal Sales



Natural do Rio Grande do Norte, filho de Celso Dantes Sales e Josefa de Araújo Sales, o Arcebispo emérito do Rio de Janeiro, Dom Eugenio Araújo Sales, completa 90 anos de vida, nesta segunda-feira, 8. Uma história que registra 67 anos de sacerdócio e 40 anos de cardeal.

Uma história marcada pelo Amor em servir a DeusAo longo dos estudos no Colégio Marista, o aprofundamento dos conhecimentos da Igreja fez com que o menino Eugenio deixasse de lado o desejo de ser agrônomo, para entrar no seminário.

Na juventude, em 1932, começou a escrever para o jornal católico “A Ordem” divulgando a doutrina da Igreja, o que contribuiu para fortalecer o desejo pela vocação.

Contou sempre com o apoio da família, mas pessoalmente, Dom Eugenio conta que seguir o chamado ao sacerdócio foi uma dificuldade, pois foi uma grande mudança de vida. A comunhão, e especialmente a reflexão, o ajudou a fortalecer seu chamado.

Ação católica na ditadura militar

Durante o período da ditadura, Dom Eugenio mantinha o diálogo com as autoridades e acolhia muitos refugiados políticos, inclusive de outros países. O arcebispo conta que a ação católica teve um papel de destaque no fortalecimento da oposição, e suas ações eram mal vistas pelos militares. “Eu nunca entrei em choque, mas nunca cedi em razão daquilo que eu deveria fazer. Sempre agi como pastor, não como político”, enfatiza.

Contribuições para a Igreja e a sociedade

Dom Eugenio conta que foi uma surpresa receber a notícia para ser cardeal. “Nunca aspirei ser cardeal. Esperava um sacerdócio ligado à vida do interior, no meio rural. Mas Deus tem seus caminhos”, salienta o hoje arcebispo emérito que, mesmo surpreso, recebeu sua nomeação com gratidão. “Desde então, eu tenho me mantido num ritmo de trabalho para divulgar o Reino de Deus e o Evangelho, e da melhor maneira procuro aperfeiçoar os métodos para isso”, ressalta.

Sua história foi marcada com contribuições importantes para a Igreja e para a sociedade, como a criação das comunidades de base, a reforma agrária em Barra de Punaú, sindicatos rurais e a Campanha da Fraternidade. Dom Eugenio confessa que não esperava que a Campanha da Fraternidade chegasse a ter uma abrangência nacional tratando temas sempre atuais. “Sempre tivemos muita confiança em Deus, mas não esperava tanto sucesso como teve”, conta.

Ao olhar a Campanha da Fraternidade, o arcebispo, sente que é mais uma missão cumprida. “Sempre tivemos uma preocupação com a assistência aos necessitados e a desigualdade, procurando pelos caminhos do Evangelho tomar as medidas”, conta.

Para Dom Eugenio, os problemas sociais são a demostração de que algo está errado. Seu trabalho buscou sempre diminuir o sofrimento dos mais pobres e necessitados. “O homem é o ponto central da Campanha da Fraternidade, e creio que isso é fundamental na Igreja, e é um dever nosso”, explica.

O Arcebispo salienta que a criação de cursos profissionalizantes e a assistência material, tentando minorar o sofrimento dos pobres, foi sem dúvida um contributo para o país. “Nunca procurei aparecer, busquei sempre fazer meu trabalho no silêncio, aproveitando todas as oportunidades, e tendo em vista o Evangelho. As atividade que realizei foi um bem que eu pude fazer e isso contribuiu para minha satisfação também”, confessa.

Amizade com o Papa João Paulo II

Sobre sua amizade com o Papa João Paulo II, Dom Eugenio conta que buscava sempre realizar seus pedidos trabalhando no contato com os jovens e na assistência social. “Trabalhei com muita convicção e segurança, mas sempre obediente à Igreja”, ressalta.

Uma lição para todos

Diante do individualismo pós-moderno, que deixa de lado as necessidades do próximo, Dom Eugenio enfatiza que é preciso ter como diretriz a luz do Evangelho. “É preciso perseverar nesta diretriz. O desenvolvimento dos acontecimentos dará as indicações nas práticas”, aconselha.

Fonte site canção nova noticias.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

VOCAÇÕES DA GERAÇÃO JMJ
O que atrai milhões de jovens para a Jornada? O que faz com que a alegria e a fé sejam as principais características desse encontro? Muitos argumentos poderiam ser levantados, mas há um que fala a todos os corações: os jovens vêm em busca e ao encontro de Cristo.
No dia em que se recorda o testemunho e o exemplo das “colunas da Igreja”, Pedro e Paulo, pode-se vislumbrar também o testemunho da juventude que abraça a Igreja, que ama o Papa e que dedica sua vida a construir um mundo melhor. E nas Jornadas Mundiais da Juventude muitos desses jovens descobrem também sua vocação na Igreja.
Uma pesquisa feita pela GAD3 após a JMJ de Madri mostrou que, para 55% dos jovens que participaram, o evento serviu para discernimento vocacional.

“Eu era o pior jovem do meu grupo”
“Eu participo de todas as Jornadas desde 1993 e a JMJ foi um pilar em minha vocação”, afirmou padre Michael Therese, da Congregação de São João, no Texas (Estados Unidos).
Ele diz se que se lembra da primeira experiência em Jornada, em Denver, no estado americano do Colorado. “Eu era um ‘pagão’, se poderia dizer, muito distante da fé, o pior jovem do meu grupo. Até hoje a responsável do setor juventude não acredita que tenha me tornado sacerdote”, disse, entre risos, ao ser entrevistado pela equipe da JMJ Rio2013.
“Acabei convertido um ano depois e olhando para trás, vejo que a experiência da universalidade da Igreja, dos milhares e milhares de jovens unidos para dizer – ‘Eu amo Jesus Cristo’- me tocaram tanto que, nesse período após a Jornada, decidi entregar minha vida a Deus”, destacou.
O sacerdote ressalta que uma das características marcantes da Jornada é justamente a experiência da presença de Cristo e que em sua vida tem sido um constante renovar de esperança e que nas JMJs vê de forma concreta o mover da nova evangelização.

 


 “Escutar a voz do Papa é uma maneira de fortalecer a fé”
Almudena Rios, 22, religiosa das Escravas de Cristo Rei, é um exemplo disso. Ela decidiu dar o passo à vida consagrada durante a Jornada Mundial da Juventude celebrada em Colônia (Alemanha) em agosto de 2005. Na época ela vivia na diocese da Málaga e tinha 17 anos. "Questionava-me muitas coisas. Rezava e não sentia nada. Era católica, mas me perguntava como posso saber se Deus me fala se não o sinto? A Jornada supôs então uma resposta para mim", recordou.
Almudena, cujo nome se deve à Virgem Padroeira de Madrid (Espanha), disse que naquela ocasião se encontrou com jovens da China e Coréia do Norte com quem falava em inglês sobre sua vida cristã nestes países comunistas aonde os fiéis são perseguidos. A religiosa relatou que esses jovens lhe contaram que arriscavam sua vida para ir à Missa. "Eu arriscaria minha vida assim? As pessoas não arriscam sua vida por qualquer coisa", questionou-se.
Suas experiências na JMJ Colônia 2005 foram um marco em sua vida. "Encheram-me de alegria. Quando voltei para a Espanha vi que eu estava diferente, que tinha uma alegria diferente, mas ainda não entendia bem por que". Esta "é minha primeira JMJ como consagrada e se vive de uma maneira diferente. Escutar a voz do Papa é uma maneira de fortalecer a fé que me permite saber por onde caminhar", concluiu.
O exemplo do Papa e o crescimento do número de sacerdotes
Também em um dia 29 de junho, mas no ano de 1951, Joseph Ratzinger recebia sua a Ordenação Sacerdotal. Bento XVI, 61 anos depois, firme em sua vocação, inspira, assim como seu antecessor, o criador das JMJs, hoje Beato João Paulo II, jovens que ainda cedo descobrem a beleza da entrega total da vida à Cristo e à Igreja.
Na semana passada, o Setor Estatístico do Vaticano divulgou nota na sobre o aumento do número de sacerdotes diocesanos e religiosos no mundo. A pesquisa apresenta dados de dez anos, de 2000 a 2010. Segundo o diretor do setor, Monsenhor Vittorio Formenti, o número passou de 405 mil para 413 mil.
O aumento também foi constatado no Brasil com o Censo Anual de 2010 realizado pelo Centro de Estatística e Investigações Sociais (CERIS) entidade brasileira de pesquisa religiosa fundada pela CNBB. O centro de estatísticas apontou um crescimento considerável em relação às vocações sacerdotais e religiosas.

Da redação com A12 e ACI digital/ACI prensa





A vossa própria idade é uma grande riqueza

“Os anos que viveis são os anos que preparam o vosso futuro. O ‘amanhã’ depende muito de como estais vivendo o ‘hoje’ da juventude. Meus queridos jovens, tendes uma vida pela frente, que desejamos seja longa; mas é uma só, é única: não a deixeis passar em vão, não a desperdiceis”.
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